Segundo bastidores, o cenário de "flerte" entre João Campos e o Progressistas gerou forte insatisfação em nomes de peso da Frente Popular, incluindo Marília Arraes (Solidariedade), o ministro Silvio Costa Filho (Republicanos) e Miguel Coelho (União Brasil), que disputam o Senado.
Ciente do risco de perda de aliados estratégicos, João Campos buscou o diálogo direto com Marília Arraes. Na conversa, o socialista tentou minimizar as especulações, garantindo que não houve promessa de vaga na majoritária (Senado) para Eduardo da Fonte e negando conversas avançadas sobre esse tema.
A movimentação visa manter Marília — líder em pesquisas ao Senado — no seu time, após rumores de que ela poderia se reaproximar da governadora Raquel Lyra ou lançar candidatura "avulsa". João Campos tem afirmado que a composição final da chapa "vai se afunilar da forma certa".
Até abril, com o fechamento da janela partidária e a definição das federações, o cenário continua dinâmico, mas a tendência é que João Campos aposte na manutenção da unidade com os aliados que já estão ao seu lado e com isso Eduardo da Fonte acaba o sonho de disputar o senado.

Nenhum comentário:
Postar um comentário