segunda-feira, 16 de março de 2026

A Movimentação de Eduardo da Fonte, pode atrair Marilia Arraes, Miguel Coelho e Silvio Costa Filho para o palanque de Raquel


O cenário político de Pernambuco para esse ano vive um momento de intensa rearticulação com a proximidade do fim da janela partidária. A movimentação central envolve o deputado federal Eduardo da Fonte (PP), que sinaliza uma saída da base da governadora Raquel Lyra (PSD) para se aliar ao prefeito do Recife, João Campos (PSB). 

A chegada de Eduardo da Fonte ao grupo de João Campos cria um "engarrafamento" na disputa pelas duas vagas ao Senado. Atualmente, os nomes que buscam espaço na chapa majoritária do socialista incluem:
Eduardo da Fonte (PP): Articula para ser um dos senadores da chapa.

Humberto Costa (PT): Busca a reeleição e é o nome natural da Federação PT/PV/PCdoB.
Marília Arraes (Solidariedade/PDT): Lidera pesquisas de intenção de voto para o Senado e reafirmou compromisso com o primo, João Campos.

Silvio Costa Filho (Republicanos): O ministro descartou ser vice de João Campos, reafirmando que seu projeto é o Senado ao lado de Lula. Notícias recentes sugerem que ele pode inclusive se aproximar de Raquel Lyra caso não encontre espaço na chapa do prefeito.

Miguel Coelho (União Brasil): Ex-prefeito de Petrolina e importante aliado que também figura nas bolsas de apostas para a chapa majoritária.
A pressão sobre João Campos aumenta para que ele recorra ao Presidente Lula como mediador. O objetivo seria conter uma debandada de aliados que, por falta de espaço na chapa majoritária (que só possui duas vagas para o Senado e uma para vice), poderiam migrar para o palanque de Raquel Lyra antes do fechamento da janela partidária.

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