quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Com Gestão Focada em Entregas, Branco de Geraldo Vê Aprovação Disparar em Jurema


O cenário político no município de Jurema vive um momento de forte consolidação para o prefeito Branco de Geraldo (PT).
 Impulsionada por um ritmo acelerado de inaugurações, pavimentações e benfeitorias públicas, a administração municipal colhe os frutos de uma aprovação popular em ascensão. O reflexo direto disso aparece nos levantamentos estatísticos recentes, que apontam altos índices de aceitação e satisfação da comunidade local com os rumos da cidade. 

O principal motor para a alta aprovação do prefeito tem sido o investimento massivo em infraestrutura. De acordo com dados oficiais da gestão, localidades como a Vila Santo Antônio das Queimadas e o Distrito de Mocós vêm recebendo pavimentação em ruas que antes eram marcadas pela lama e pela poeira
Os levantamentos do instituto DataTrends, que historicamente apontam o governo municipal com aprovação em alta validam a tese de que o volume de entregas se converte diretamente em apoio político. A presença constante de Branco de Geraldo nas ruas e em veículos de comunicação como Agreste FM, aliada a parcerias estratégicas com deputados estaduais e federais, projeta o município para um ciclo contínuo de desenvolvimento ao longo de seu mandato.

Real Time Big Data: Marília Arraes lidera disputa ao Senado em Pernambuco; Mendonça Filho aparece em segundo lugar


Pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada nesta quinta-feira (03), aponta que a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT) lidera a disputa ao Senado por Pernambuco. Nas eleições deste ano estão em disputa duas cadeiras à Casa Alta do Congresso, no cenário testado os candidatos Mendonça Filho (PL) e Humberto Costa (PT) tem empate técnico pela segunda colocação.

Do total de eleitores 29% disseram votar em Marília Arraes. Em seguida aparece Mendonça Filho com 20% e Humberto Costa com 19%, empatados na margem de erro de dois pontos percentuais.

Na sequência o candidato Eduardo da Fonte (PP) pontua 13%, Túlio Gadêlha (PSD) registra 12% das intenções de voto, enquanto Carlos Sant'anna (Novo) e Paulo Rubem Santiago (Rede) tem 1% cada.

O levantamento ainda testou os nomes dos candidatos Mariano Macedo (PSTU), Samuel Timoteo (UP), Pastor Gilvan Costa (Democrata), Gorett Bidu (UP) e Mailson da Silva Neto (PCO), que não pontuaram na rodada.

Na simulação foram 3% os que disseram votar em branco ou nulo, enquanto 2% disseram não saber ou não responderam.

A pesquisa Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores de Pernambuco, entre os dias 29 de agosto e 2 de setembro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

O levantamento foi realizado com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo PE-09116/2026.

João Campos e Raquel Lyra empatam com 43% na disputa no PE, aponta pesquisa Real Time Big Data


Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira, 3, mostra João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) empatados com 43% das intenções de voto na disputa pelo governo de Pernambuco. Renan Hallais (Missão) aparece com 4%, e Ivan Moraes (PSOL), com 2%.

Outros candidatos somam 1%. Nesse grupo estão Guilherme Fonseca (PSTU), Professor Jeremias do Banco (Democrata), Professora Camila (UP) e Victor Assis (PCO). Brancos e nulos são 4%, enquanto 3% não sabem ou não responderam.

Em uma eventual disputa de segundo turno, Campos e Raquel permanecem empatados, agora com 44% cada. Brancos e nulos somam 6%, mesmo porcentual dos que não sabem ou não responderam.

Na pergunta espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Raquel e Campos também aparecem empatados, com 23% cada. Marília Arraes é citada por 1%, outros nomes somam 4%, brancos e nulos são 10% e 39% não sabem em quem votar.

Na rejeição, Raquel registra 41% e Campos, 36%. Renan tem 33%, Ivan Moraes, 32%, Victor Assis, 25%, Professor Jeremias do Banco, 23%, e Professora Camila e Guilherme Fonseca, 22% cada.

Os levantamentos ouviram 1.600 eleitores de Pernambuco entre 29 de agosto e 2 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa estadual está registrada sob o protocolo PE-09116/2026, e a presidencial, sob o BR-05862/2026.

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Sileno participa de grande caminhada pelas ruas de Goiana ao lado de João Campos


O deputado estadual Sileno Guedes (PSB) participou, nesta terça-feira (1°), de uma grande caminhada pelas ruas de Goiana, na Mata Norte de Pernambuco, ao lado do candidato a governador João Campos (PSB). O ato contou ainda com as presenças do candidato a vice-governador Carlos Costa, da candidata ao Senado Marília Arraes, do prefeito Marcílio Régio, da vice-prefeita Lícia Maciel, além de vereadores e diversas lideranças do município.

Durante a caminhada, Sileno destacou os desafios enfrentados pela população de Goiana e reforçou a confiança de que uma nova gestão estadual, liderada por João Campos, poderá avançar em problemas estruturais que afetam diretamente o dia a dia da cidade. Entre as prioridades apontadas pelo parlamentar estão a situação do trânsito na PE-75 e as dificuldades no abastecimento de água.

“Faz quase quatro anos, João, que o atual governo não tem responsabilidade com Goiana e não enfrentou os problemas estruturais da cidade. Você vai ser governador e vai dar um jeito no trânsito da PE-75 e resolver o problema da água. Porque você é amigo de Goiana. E vai continuar contando com o seu deputado estadual na Assembleia Legislativa. Goiana vai ter um governador que vai cuidar da cidade junto com todos nós”, afirmou Sileno.

Com uma atuação próxima ao município, Sileno tem construído sua presença em Goiana ao lado do prefeito Marcílio Régio, da vice-prefeita Lícia Maciel, de vereadores e de outras lideranças locais. Na Assembleia Legislativa, o parlamentar também tem levado ao debate demandas dos goianenses em áreas como saúde, segurança pública, infraestrutura e desenvolvimento.

Fotos: Pedro Caldas

Mais um levantamento mostra que uma das cidades onde a governadora não vai ser majoritária é Panelas


Um novo cenário político começa a se desenhar na região, e o município de Panelas se destaca como um dos principais pontos de resistência à reeleição da governadora Raquel Lyra. De acordo com os levantamentos do Blog do Willamar Junior mais recentes de bastidores e avaliações de consumo interno, a chefe do Executivo estadual enfrentará sérias dificuldades para alcançar a maioria dos votos na cidade. O principal motivo para esse desempenho é o forte favoritismo do prefeito Ruben Lima, que tem canalizado o apoio local em direção ao ex-prefeito do Recife e candidato ao Governo do Estado, João Campos.

Com uma aprovação surpreendente neste seu segundo mandato à frente do poder municipal, Ruben Lima vive um momento de consolidação política raramente visto na história recente de Panelas. O município transformou-se em um verdadeiro canteiro de obras, com intervenções de infraestrutura e serviços públicos espalhados por todos os cantos, o que tem garantido ao gestor uma popularidade em ritmo acelerado.

Caminhando a passos largos e amparado por um grupo político totalmente consolidado e unido, Ruben vem usando seu capital político de forma estratégica. Em suas andanças e agendas públicas, o prefeito faz questão de levar consigo e apresentar à população o nome de João Campos como a principal alternativa para o futuro de Pernambuco.

Das poucas cidades do Agreste onde Raquel Lyra não desponta como favorita para sair majoritária, Panelas desponta no topo da lista. Quem garante e assume essa responsabilidade é o próprio prefeito Ruben. Empenhado em consolidar essa vitória da oposição no município, ele vem liderando pessoalmente as conversas com a população, aproveitando o excelente momento de sua gestão para sintonizar o desejo de continuidade local com a mudança no comando do estado.

Após pressão, ministro Toffoli volta atrás e libera o candidato a presidente Renan para disputar as eleições



Em uma reviravolta no cenário político e jurídico nacional, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, revogou sua própria medida e autorizou o candidato à Presidência da República, Renan, a disputar as próximas eleições. A decisão ocorre após uma intensa onda de pressão pública e de um embate direto entre o magistrado e o político.

A crise institucional havia se agravado após o que aliados do candidato classificaram como uma "decisão desastrosa" por parte do ministro, que inicialmente barrava a candidatura e mantinha suspensos os perfis oficiais do político na internet.

Após a primeira determinação do magistrado, Renan adotou uma postura de forte confronto. Em pronunciamentos e manifestações públicas, o candidato partiu para a ofensiva, expondo o que chamou de "escândalos e contradições" envolvendo membros da Suprema Corte.

A estratégia de contra-ataque aumentou o desgaste político em torno da decisão judicial e mobilizou uma base significativa de apoiadores nas ruas e no debate público.

Diante da escalada da crise e do impacto das denúncias trazidas a público, o ministro Toffoli optou por voltar atrás. Na nova decisão proferida ontem, o ministro não apenas garantiu o direito de Renan concorrer ao pleito presidencial, como também ordenou a imediata liberação de suas redes sociais.

STF vira alvo do mundo com revelações do banco master, que esperam apurações rigorosas sobre os ministros envolvidos.


Caso Banco Master colocaram o Supremo Tribunal Federal (STF) sob intensa pressão institucional e geraram repercussão na imprensa internacional. A crise se agravou após o ministro André Mendonça levantar o sigilo de relatórios da Polícia Federal que contêm mensagens extraídas do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Os diálogos sugerem uma proximidade incomum entre o empresário e um contato atribuído ao ministro Alexandre de Moraes, além de citar repasses milionários ao escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes. 

Diante do teor das mensagens, setores políticos e da sociedade civil passaram a exigir apurações céleres e rigorosas sobre as condutas relatadas. Parte da opinião pública e parlamentares de oposição argumentam que episódios como este aprofundam o sentimento de distanciamento entre a população e a Suprema Corte, alimentando críticas sobre a falta de representatividade institucional e o teor de decisões recentes tomadas pelo tribunal. O impacto das revelações foi classificado por jornais estrangeiros como um "terremoto político" de proporções inéditas para o Judiciário brasileiro.

O caso agora caminha para ser deliberado no plenário do STF, instância soberana que definirá se haverá a abertura formal de um inquérito ou o arquivamento das suspeitas apresentadas.