Após passar dias fora dos holofotes na sequência da Operação Vassalos, ex-prefeito de Petrolina reaparece, classifica investigações como "perseguição" e tenta se reposicionar na chapa majoritária de 2026.
Em um movimento político de alto risco, o ex-prefeito de Petrolina e atual presidente estadual do União Brasil em Pernambuco, Miguel Coelho, rompeu o silêncio após uma semana de ausência das atividades públicas. Em vídeo publicado nas redes sociais e em conversas com aliados, Miguel reafirmou, na reta final desta semana, que seu projeto de disputar uma das vagas ao Senado Federal em 2026 é "irreversível", mesmo após ele e sua família, incluindo o ex-senador Fernando Bezerra Coelho, tornarem-se alvos da Operação Vassalos da Polícia Federal.
O político, que vinha mantendo agenda discreta e evitando a imprensa na semana anterior, busca agora retomar o protagonismo. Ele classifica as investigações da PF — que apuram suspeitas de desvios de emendas parlamentares e lavagem de dinheiro na Codevasf — como uma tentativa de desgaste político em ano eleitoral, orquestrada para "manter Pernambuco no atraso".
O que se sabe é: Aguardam-se novos desdobramentos da operação, que teve autorização do STF e cumpre mandados de busca e apreensão em diversos estados.






