Com o encerramento da janela partidária, o cenário político em Pernambuco entrou em uma nova e decisiva fase. Se antes o foco estava nas filiações e trocas de legenda, agora a palavra de ordem nos corredores da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) é matemática eleitoral. Deputados e pré-candidatos mergulharam em planilhas para calcular o peso das novas chapas, com destaque para o PSD e o PSB, que emergem como as frentes mais competitivas do estado.
A movimentação estratégica da governadora Raquel Lyra consolidou o PSD como uma das siglas mais robustas para o pleito de 2026. Com a filiação em bloco de sete deputados estaduais — incluindo nomes como Isaías Régis, Antônio Moraes, Joãozinho Tenório e Socorro Pimentel — o partido montou o que analistas chamam de "chapão", projetando eleger entre 10 e 12 parlamentares para a Alepe.






