O encontro ocorre em um momento crucial: hoje (26), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga a homologação da Federação União Progressista, unindo o PP de Eduardo da Fonte e o União Brasil de Miguel Coelho. A decisão em Brasília vai ditar as regras do jogo no estado.
Após exonerações de indicados pelo PP em secretarias e órgãos estratégicos, como Ceasa e Porto do Recife, no início de março – vistas como retaliação a uma suposta movimentação de Eduardo da Fonte em direção a João Campos –, a governadora busca, agora, conter o prejuízo e reacomodar o aliado estratégico.
Eduardo da Fonte, por sua vez, negou qualquer acordo selado com o grupo de João Campos e tem reafirmado que sua bancada busca protagonismo na chapa majoritária, exigindo cautela na condução da base. O diálogo dessa semana é visto como a última chance de manter o PP na estrutura do governo Lyra.

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