quarta-feira, 15 de abril de 2026

Investigação sobre "mesada" de Lulinha no INSS trava no STF e oposição aponta "blindagem"


A investigação sobre o suposto recebimento de "mesada" pelo filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, no esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), enfrenta entraves significativos no Supremo Tribunal Federal (STF). Relatórios da Polícia Federal (PF) apontam indícios de elos entre Lulinha e Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS", empresário acusado de liderar um desvio milionário de aposentados. 

O caso, que tramita sob sigilo sob a relatoria do ministro André Mendonça, ganhou contornos políticos após a CPMI do INSS rejeitar, no fim de março, o relatório final que pedia o indiciamento de Lulinha.

As apurações baseiam-se em depoimentos e relatórios que indicam que Antônio Carlos Camilo Antunes — o "Careca do INSS" — repassava valores mensais que chegariam a R$ 300 mil a Lulinha. A PF investiga se esse dinheiro desviado de aposentados e pensionistas financiou viagens e luxos do filho do presidente, incluindo a mudança de Lulinha para a Espanha e a criação de uma empresa de fachada.

As apurações baseiam-se em depoimentos e relatórios que indicam que Antônio Carlos Camilo Antunes — o "Careca do INSS" — repassava valores mensais que chegariam a R$ 300 mil a Lulinha. A PF investiga se esse dinheiro desviado de aposentados e pensionistas financiou viagens e luxos do filho do presidente, incluindo a mudança de Lulinha para a Espanha e a criação de uma empresa de fachada.

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